MÚSICAS:
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OS NOVO ÁLBUM DE BARRY GIBB:

  

No final de 2020, o excelente documentário “How Can You Mend a Broken Heart”, do diretor Frank Marshall, em cartaz na HBO Max, trouxe alguma luz sobre a dimensão da dor de Barry Gibb causada pela perda de seus irmãos Robin e Maurice.

O novo disco “Greenfields: The Gibb Brothers Songbook, Vol.1” que Barry lançou nesta sexta-feira, com duetos de artistas do country americano, além de expressar esta dor, também mostra o artista novamente disposto a seguir em frente, carregando adiante o legado de 40 anos de carreira do grupo.

Uma longa trajetória que viu altos e baixos, mas trouxe atenção a um trabalho de harmonia de vozes, que se não era exatamente novidade na música, já se fazia, e muito, no R&B (Rhytm & Blues), serviu para revolucionar e marcar “o som” de uma época.

Aos 74 anos, Barry harmoniza sua ainda incrível voz a de grandes astros da música americana como Dolly Parton, Sheryl Crow, Alison Krauss e Keith Urban, que escolheram no catálogo do grupo o que iriam cantar.

O produtor Dave Cobb e o lendário RCA Studios ajudaram na adaptação do pop dançante original à sonoridade típica de Nashville.

Greenfields: The Gibb Brothers Songbook, Vol.1

Algumas das novas versões chegam a surpreender como o hit “How Deep is Your Love”, que ganhou a guitarra acústica de Tommy Emmanuel e a harmonia das vozes do grupo Little Big Town.

“Words”, que Barry divide com a lendária Dolly Parton, foi a primeira faixa a ser lançada e recebeu muitos elogios da crítica e do público.

O disco também resgata três faixas obscuras do imenso catálogo dos Bee Gees, que são praticamente inéditas: “Rest Your Love on Me”, que Barry dividiu com Olivia Newton John, era o lado B do single “Too Much Heaven”.

“Words of a Fool”, uma demo inédita da década de 80, enquanto “Butterfly” foi pinçada do início da carreira do grupo, quando ainda viviam na Austrália e nunca chegou a ser lançada.

O novo álbum, o terceiro solo de sua carreira, foi um jeito que Barry Gibb encontrou para voltar à música dos Bee Gees. E o “volume 1” do título sinaliza que não deve parar por aí.
Ainda bem! O mundo fica sempre melhor ao som dos Bee Gees.

ROBERTO CARLOS, O CANALHA, QUER USAR ARMA DE FOGO:

Roberto Carlos usa camisa rosa e fala de porte de armas antes de show em cruzeiro
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Roberto Carlos, 77, que surpreendeu ao aparecer na coletiva de imprensa de seu cruzeiro Emoções em Alto Mar usando uma camisa rosa, na tarde deste domingo (17), não fugiu nem das perguntas mais espinhosas dos jornalistas. Questionado sobre a sua opinião sobre a flexibilização do porte de armas, ele disse que provavelmente decepcionaria algumas pessoas. "Vivemos uma guerra com um lado armado e outro desarmado que é o nosso. Mas para se ter uma arma é preciso critérios muito rígidos." Ele contou que seu pai tinha uma arma em casa e essa era a forma dele de proteger a família. O objeto ficava trancado em uma gaveta.

TRÊS CANALHAS:

05072020 - ROBERTO CARLOS E A DITADURA:

Roberto Carlos já era funcionário do Ministério da Educação e Cultura quando os militares tomaram o poder, em 1964. Tinha 23 anos e trabalhava como assistente de relações-públicas na rádio MEC, no Rio de Janeiro. “Ele fazia serviços diversos. Pegava endereços que eu precisava ou ligava quando eu tinha de falar com alguém. Logo pedia para ir embora, porque precisava fazer seus shows”, diz a jornalista Noemi Flores, sua chefe na época, hoje com 92 anos. Depois que mudou de função, Noemi diz que nunca mais viu Roberto Carlos por lá. O nome dele continuou constando como funcionário até que sua exoneração fosse publicada, em 1970.

Em maio de 1967, Roberto Carlos já era uma espécie de unanimidade nacional, quando foi recebido para uma audiência a portas fechadas com o ministro da Justiça, Luiz Antônio da Gama e Silva. Ele era um revolucionário ardoroso, redator e locutor do AI-5, medida mais dura do regime. Precisamente em 1968, ano do AI-5, o cantor lançou seu primeiro filme, Roberto Carlos em ritmo de aventura. O longa-metragem de ação não trazia nenhuma referência crítica ao regime, mas seu trailer foi barrado pela Censura, por questões burocráticas. Os produtores não conseguiram enviar a tempo uma cópia integral do filme, pré-requisito para que o trailer fosse liberado. Diante do impasse, o ministro Gama e Silva enviou um telegrama urgente à Divisão de Censura da Polícia Federal, que atuava sob seu comando. Ele pedia ao chefe da Censura para “abrir uma exceção” e liberar o trailer sem assistir ao filme. “Se trata de uma história cujo protagonista é o mais admirado e popular artista brasileiro”, afirmou o ministro. O trailer foi liberado no dia seguinte.

Em 1971, Roberto Carlos mandou um telegrama de condolências ao ministro da Aeronáutica, marechal Márcio Melo, lamentando a morte de três militares num acidente, durante um show da Esquadrilha da Fumaça. Nesse mesmo ano, um comunicado do Serviço Nacional de Informações (SNI) criticava a imprensa por “atingir a honra” de diversos artistas por meio de “noticiário difamatório”. “A incidência deste desgaste recai seguidamente sobre determinados artistas que se uniram à Revolução de 1964 no combate à subversão e outros que estão sempre dispostos a uma efetiva cooperação com o Governo”, diz o informe. Entre os artistas, aparece o nome de Roberto Carlos e de seu empresário na época, Marcos Lázaro.

Roberto Carlos realizou shows durante as Olimpíadas do Exército, em 1971 e 1972, na Presidência do general Emílio Garrastazu Médici. Os jogos serviam para aproximar os militares da população, enquanto o regime iniciava ações duras contra opositores. O ano de 1972 marca a desarticulação da Guerrilha do Araguaia, que deixou 62 mortos na região amazônica. Foi também o ano em que Roberto Carlos ganhou sua primeira nomeação no governo, para participar da Comissão Nacional Anti-Tóxico, do Ministério da Educação e Cultura. O objetivo da comissão era elaborar projetos para o combate às drogas. A escolha dos integrantes foi feita pelo então coronel Jarbas Passarinho, ministro da Educação na época. Com 31 anos, Roberto Carlos era o integrante mais jovem. “Nos reuníamos periodicamente em Brasília, para que cada conselheiro apresentasse sua proposta. Não vi o Roberto Carlos em nenhuma reunião”, diz Lygia Maria Bastos, hoje com 94 anos, então deputada estadual pela Arena, o partido do governo.

Em 1973, Roberto Carlos foi agraciado com a Medalha do Pacificador, honraria concedida a militares ou civis que de alguma forma contribuíam com o Exército. Mais tarde, a medalha ficou famosa por homenagear os torturadores do regime. Ele a recebeu em São Paulo, das mãos do general linha-dura Humberto de Souza Mello. Segundo a justificativa publicada no Boletim do Exército, a medalha foi concedida “pela inestimável colaboração prestada ao Exército”, em especial durante a realização de sua IV Olimpíada. Os jogos aconteceram no Recife naquele ano, e Roberto Carlos foi a grande atração do show de encerramento. Depois de receber a medalha, ele se apresentou durante a exposição O Brasil de hoje, que enumerava as realizações do governo ao longo de nove anos de ditadura. O músico Martinho da Vila também participou do evento.

Dois anos depois, o jornalista Vladimir Herzog foi torturado até a morte nas instalações do Exército em São Paulo. Sua morte desencadeou uma onda de insatisfação na classe média. Também em 1975, no mês de março, Roberto Carlos apareceu cantando num programa de televisão comemorativo ao 11º aniversário do golpe militar, transmitido em cadeia nacional. O programa contou com pronunciamento de vários políticos ligados à Arena. Também participaram do programa os músicos Jair Rodrigues e Eliseth Cardoso.

O trailer do filme Roberto Carlos em ritmo de aventura foi liberado pela Censura após intervenção do ministro da Justiça.

Em 1976, Roberto Carlos recebeu a Ordem do Rio Branco, reconhecimento do governo brasileiro pelos serviços prestados à nação. Quem entregou a medalha foi o presidente Ernesto Geisel. Naquele mesmo ano, ganhou seu segundo cargo no governo, desta vez no Conselho Nacional de Direito Autoral, que dava a palavra final em disputas relativas a direitos autorais no país. Os conselheiros participavam de reuniões quinzenais em Brasília. Recebiam passagem aérea, hospedagem e um jeton por reunião. Roberto Carlos ficou três anos na função. “Ele não ia a todas as reuniões, mas era um conselheiro frequente. Não abria a boca. Enquanto os outros conselheiros discutiam, ele apenas se sentava na cadeira. No final ia embora, sem falar praticamente nada”, diz Divaina Borges, então secretária do conselho. Um dos projetos apresentados por Roberto Carlos sugeria a criação de uma entidade que representasse os compositores de jingles publicitários. Os pareceres assinados por ele não foram preservados pelo ministério. “Ele olhava as questões com olhos de grande arrecadador que era, já que recebia direitos autorais como compositor, intérprete e editor”, diz o jurista Carlos Fernando Mathias de Souza, então presidente do conselho.

Roberto Carlos continuava na função quando criou a sociedade Rádio Terra Ltda., em fevereiro de 1979. Segundo o contrato de fundação, as transmissões teriam propósito educativo, cultural e informativo, mas também “cívico e patriótico”. O documento diz que a empresa poderia abrir sucursais ou filiais em todo o país. “Nos corredores do ministério, sabia-se que o desejo deles era criar uma rede de emissoras de rádio em algumas capitais brasileiras”, diz Rômulo Furtado, ex-secretário-geral do ministério. A concessão foi publicada no Diário Oficial em agosto de 1980. Os dois sócios conseguiram apenas uma emissora e levaram quatro anos para colocá-la no ar. Antes disso, Cayon Gadia saiu do negócio. “Ele não gostava de falar muito do assunto. Dizia apenas que pessoas próximas ao Roberto Carlos ficaram com ciúme da sociedade”, diz sua viúva, Regina Blanco. Sua parte foi vendida para José Carlos Romeu, radialista que apresentava shows de Roberto Carlos, e Sérgio Orensztejn, sócio de Roberto Carlos em uma locadora de automóveis.

Roberto Carlos foi à missa de inauguração e praticamente não voltou à rádio, que também não tocava músicas suas. “Ele queria deixar claro que era um negócio do empresário, não do artista”, diz Marco Aurélio Jarjour, que entrou na sociedade e hoje é o dono da emissora. Roberto Carlos vendeu sua parte em 1994. “Não houve motivo especial. Marco Aurélio se interessou em comprar minha parte, e aceitei a proposta”, disse Roberto Carlos por e-mail.

Roberto Carlos nunca fez músicas exaltando o regime, como a dupla Dom e Ravel. Ao longo da ditadura, manteve uma postura apolítica. Para o governo, era uma posição conveniente. “O perfil do Roberto Carlos era avaliado como positivo pelo regime. Se os militares conseguissem colar sua imagem à de um grande ídolo popular como ele, que ainda por cima não criticava a ditadura, seria interessante para eles. Mas isso não chega a constituir um apoio ou conivência. Houve ingenuidade política”, diz o historiador Carlos Fico. Uma concessão como a Rádio Terra, nos dias de hoje, vale em torno de R$ 2 milhões, segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão.

22062010 - QUEM ESTÁ APAIXONADO AQUI: LANÇAMENTO DO ÁLBUM DE VERDADE PERDIDO DE JOHNNY MATHIS "THE ISLAND":

Johnny Mathis gravou muitos álbuns românticos nas últimas sete décadas, mas nenhum como The Island. Gravada em 1989, mas inédita há décadas, a Ilha transportou ouvintes para o Brasil, com toda a sua mística e magia. Em 7 de fevereiro, este clássico perdido chega em uma nova edição de luxo - seu primeiro lançamento em CD independente - da Second Disc Records e da Real Gone Music.

O renomado produtor Sergio Mendes, da fama brasileira 66 e arranjador-guitarrista Dori Caymmi, se juntou a Mathis para modernizar sutilmente os sons clássicos da bossa nova e do samba. Ele fez alguns de seus vocais mais sensuais de todos os tempos para dez canções ardentes de Caymmi, Mendes, Ivan Lins, Brenda Russell, Alan e Marilyn Bergman, entre outros. Apresentando uma pequena seção de ritmo, incluindo talentos como Robbie Buchanan, Paulinho da Costa e Jeff Porcaro, de Toto, The Island é uma das gravações mais bonitas, íntimas e atemporais de Mathis.

Entre seus muitos destaques, Johnny trouxe seu estilo singular para interpretações cintilantes dos clássicos de todos os tempos do Brasil 'So Many Stars' e 'Like a Lover'. Sua amiga de longa data (e também entusiasta do Brasil) Dionne Warwick adicionou seus próprios vocais sensuais ao dueto "Who's Counting Heartaches". (Johnny e Dionne se uniram mais uma vez este ano para um lindo “White Christmas” em Dionne Warwick e The Voices of Christmas.)

Para este lançamento especial, Joe Marchese, do The Second Disc, forneceu novas anotações baseadas em novas entrevistas com Johnny Mathis e Dionne Warwick. O pacote, projetado no estilo da Columbia Records por John Sellards, é decorado com raras fotografias de David Vance. Mike Piacentini no Battery Studios da Sony remasterizou. Com esse “álbum perdido” não perdeu mais, o sabor tropical da ilha pode ser saboreado por todos. O prazo é 7 de fevereiro de 2020 e você encontrará links de pré-compra (em breve ativos) e a lista de faixas abaixo!

Johnny Mathis, The Island (Segundo disco / Real Gone Music RGM-0965, 2020) (Amazon U.S. / Amazon U.K. / Amazon Canada)

A ilha
Quem está apaixonado aqui
Como um amante
Tantas estrelas
Fotografia
Who's Counting Heartaches - dueto com Dionne Warwick
Seu sorriso
Querendo mais
Podemos Tentar Amar Novamente
Flor da Bahia

Compre este fantástico Álbum:

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11062020 - CELINE DION:

Céline Dion é uma das vozes que marcou as décadas de 1980 e 1990 e que, num espectro, entregou algumas das baladas mais famosas da história da música. Desde “All By Myself”, passando por “It’a All Coming Back to Me Now” até chegar na icônica canção original de ‘Deadpool 2’, “Ashes”, Dion continua nos encantando com seu incrível poder vocal e sua capacidade de nos levar nas mais sensoriais jornadas. Qual foi nossa surpresa quando, seis anos depois de ter lançado sua última obra em língua inglesa, a artista roubou nossa atenção com o lançamento de ‘Courage’, seu 12º álbum de estúdio – e o resultado não poderia ser aquém do que esperávamos.

Na verdade, sem quaisquer trocadilhos, seu novo CD é extremamente corajoso e coeso, buscando um classicismo dentro de sua própria discografia ao recuperar elementos explorados vários anos atrás, enquanto mergulha na característica sonoridade do começo do século e até mesmo da transição para a era digital. Logo, não é surpresa que encontremos, ao longo de uma epopeia formada por vinte faixas, uma mistura equilibrada entre soft rock, synth-pop e um aspecto próprio de suas habilidades artísticas, o chanson. E, como se não bastasse, o álbum se transforma em uma investida muito pessoal quando nos recordamos que, em 2016, Céline perdeu o marido devido a complicações de câncer da garganta – o que explica o fato dela ter escolhido tantas ballads românticas para se reencontrar como a diva que conhecemos.

De fato, Dion passou por uma dura jornada até chegar onde está; logo, não podemos deixar de nos sentir nada menos do que emocionados ao perceber que ela retomou as rédeas de sua vida e de sua carreira, arquitetando um arco tour-de-force épico e de nos tirar o fôlego a cada track. Em ‘Courage’, a cantora prova que as melhores coisas não necessariamente vêm em frascos pequenos; às vezes, elas vêm travestidas com icônicas performances que invadem a esfera teatral e erguem-se do modo mais inesperado possível. A música de abertura, “Flying on My Own”, é uma das poucas entradas dançantes que se nutre das batidas eletrônicas dos anos 2000, as quais são traduzidas pelas interessantes tendências europeias de Jörgen Elofsson. Repaginada com uma contemporaneidade envolvente, “Imperfections” também se vale de uma delineação similar, ainda que mais acuada.

A obra funciona como um espelho para a própria performer, que entende a si mesma em várias das canções ao mesmo tempo que senta para refletir sobre os obstáculos que enfrentou. E é claro que tais reflexões apareceriam através de lentas construções instrumentais, acompanhadas pelas belíssimas oscilações de Céline. “Falling In Love Again” é movido por um melancólico solilóquio guiado pelo soberbo piano, incrustado com surpreendentes versos como “atingi as rochas do fundo, sem lugar para ir, […] mas você me mostrou que há muito mais nessa vida; enquanto isso, ela também mostra toda sua sensualidade em uma impecável coreografia sonora com a irreverente “Lovers Never Die”.

Dion também mostra que sempre está disposta a se reinventar e a encontrar colaborações que a mantém a par do que se utiliza na atualidade. Em “Change My Mind” e na soft-rock “Say Yes”, por exemplo, vemos que a artista imprime marcas deliberadamente afastadas do que nos entregou nos álbuns anteriores; na coming-of-age “Nobody’s Watching”, encontramos inclinações ao reggae dentro de uma perspectiva bastante sutil, mas que ainda aparecer aos ouvidos mais atentos. Mesmo com alguns deslizes e uma brutalidade menos fluida do que aparece em outras tracks, é inegável o poder de síntese e de catarse que ela nos convida a buscar, reafirmando sua persona como uma das icônicas e imortais celebridades da indústria musical.

09042020 - JOHNNY MATHIS EM "ISLAND":

Johnny Mathis gravou muitos álbuns românticos nas últimas sete décadas, mas nenhum como The Island. Gravada em 1989, mas inédita há décadas, a Ilha transportou ouvintes para o Brasil, com toda a sua mística e magia. O produtor Sergio Mendes, da fama do Brasil '66 e o ​​guitarrista-arranjador Dori Caymmi, se juntaram ao Mathis para modernizar sutilmente os sons clássicos da bossa nova e do samba. Ele fez alguns de seus vocais mais sensuais de todos os tempos para dez canções ardentes de Caymmi, Mendes, Ivan Lins, Brenda Russell, Alan e Marilyn Bergman, entre outros. Apresentando uma pequena seção rítmica, incluindo talentos como Robbie Buchanan, Paulinho da Costa e Jeff Porcaro, de Toto, The Island é uma das mais belas e íntimas gravações de Mathis. Entre seus muitos destaques, Johnny trouxe seu estilo singular para interpretações cintilantes dos clássicos do Brasil '66 'So Many Stars' e 'Like a Lover'. Sua amiga de longa data (e também entusiasta do Brasil) Dionne Warwick adicionou seus próprios vocais sensuais a 'Who's Counting Heartaches'. A Real Gone Music e o Second Disc Records têm o orgulho de apresentar o primeiro lançamento independente de CD de The Island, em uma edição de luxo com fotografias raras e design de época. E, como no caso de todas as nossas reedições de Mathis, Johnny sentou-se para uma nova entrevista com Joe Marchese, do The Second Disc, para as notas principais (que também incluem algumas citações exclusivas de Dionne Warwick). Mike Piacentini remasteriza no Sony's Battery Studios. Com esse 'álbum perdido' não se perde mais, é hora de descer na ilha!

 

20032020 - MORRE KENNY ROGERS:

Kenny Rogers, “lenda” da música country americana, morreu nesta sexta-feira 20, aos 81 anos, de causas naturais. Vencedor de três Grammys, foi figura de destaque nos anos 70 e 80.

O cantor “faleceu pacificamente em casa, de causas naturais, com cuidados paliativos e rodeado pela sua família”, afirmou seu agente, Keith Hagan, em um comunicado. Rogers ficou conhecido por sucessos como “The Gambler” e “We’ve Got Tonight”.

Texano, nascido em Houston em 1938, fez parte de vários grupos, até que no início da década de 70 se lançou em uma carreira solo. Foi um dos primeiros nomes do country americano a encher grandes estádios em seus shows.

09122029 - MORRE MARIE FREDRIKSSON:

As informações via portal R7 dão conta de que a artista sueca lutava contra um câncer no cérebro.

O primeiro diagnóstico veio em 2002 após um incidente onde ela passou mal após uma atividade física, caiu no banheiro e bateu a cabeça, fraturando o crânio. Ao realizarem exames para constatarem os efeitos da queda, os médicos descobriram o tumor e esperaram pela recuperação do impacto para retirá-lo.

Marie passou então por um processo de quimioterapia e radioterapia e uma recuperação difícil que durou três meses onde ela teve que lidar com problemas com a perda de visão em um olho, dificuldades de locomoção e audição e problemas para ler e escrever.

De lá pra cá Fredriksson lançou três discos solo e o Roxette também lançou três álbuns, fazendo com que Marie estivesse na ativa durante seus últimos anos.

Desde 2016, por ordens médicas, a cantora estava fora dos palcos, e agora chegou a notícia de que ontem (09), ela faleceu e a causa da morte foram complicações devido ao retorno do câncer no cérebro.

Que descanse em paz.

16082019 - JESSÉ O SORRISO AO PÉ DA ESCADA:

 

Jessé foi o maior cantor da América Latina. Não disse que ele foi o maior cantor do Brasil. Lembre, este país não existe mais. Temos um governo de Asnos. Também temos um ex-Juiz ladrão e milhões de pessoas que, ao nascer, não saíram pela vagina e sim pelo ânus.
Mas enfrentar as pessoas do "okay", só pela pela guerra cível. Quanto isso, vamos ouvir o grande Jessé.

24052019 - CHEGA O QUARTO ALBUM DE JESSE - ESTRELA DE PAPEL:

A VENDA NO SUBMARINO:

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APROVEITE - EDIÇAO LIMITADA.

19022019 - NOVO BOX DE NEIL DIAMOND:

Lançando no final de 2018, este box inclui 6 CDs e com livro onde vc. conhece a historia de Neil Diamond. Um box excelente.

19042019 - BOX DE JOHNNY MATHIS QUASE TODA A DISCOGRAFIA DE JOHNNY:


APROVEITE O BOX, MAS E LIMITADO.

FALTA SOMENTE OS 13 CDs PARA A MERCURY, QUE FORAM LANÇANDO NO BOX ABAIXO:

02022019 - O MUNDO DA MÚSICA ESTÁ NO FINAL, AGORA MEAT LOAF NÃO CANTA MAIS....

O vocalista Meat Loaf está praticamente aposentado. O cantor de 70 anos revelou, em entrevista à Rolling Stone, que está com diversos problemas de saúde, especialmente em suas costas.

Conforme publicado pela reportagem, "suas mãos tremem, suas costas têm tantos problemas que ele não pode deitar na cama à noite sem a ajuda de Deborah, sua esposa de 10 anos, muito menos colocar meias e sapatos". "E pelas dores nas costas, não consigo cantar há um ano. Você usa tudo para cantar e eu simplesmente não consigo fazer isso", afirmou.

A publicação destaca, ainda, que cantar e excursionar estão "fora de questão" para Meat Loaf. Com isso, o que ele faz é reassistir a séries como "Blue Bloods" e "Law & Order", joga o game online "Gladiator" ou interage com pessoas pelo Facebook - que, por vezes, fazem comentários maldosos, segundo ele.

Os problemas de saúde de Meat Loaf são notáveis há algum tempo. Ele chegou a sofrer colapsos no palco durante suas últimas apresentações, devido a problemas respiratórios. Suas performances finais, até o momento, foram entre os anos de 2016 e 2017.

23012018 - NEIL DIAMOND FOI DIAGNOSTICADO COM MAL DE PARKINSON:

O cantor e compositor norte-americano Neil Diamond, um dos artistas mais vendidos de todos os tempos da música pop, foi diagnosticado com mal de Parkinson e planeja se aposentar de turnês, informou na segunda-feira o site oficial do músico.

O surgimento da doença tornou mais difícil para que Diamond viaje e se apresente em grande escala, segundo comunicado em seu site, acrescentando que ele irá cancelar datas futuras de apresentações na Austrália e Nova Zelândia e oferecer reembolsos.

"É com grande relutância e decepção que eu anuncio minha aposentadoria de turnês de shows. Fiquei muito honrado em levar meus shows para o público pelos últimos 50 anos", disse Diamond no comunicado, pedindo desculpas a todos que compraram ingressos para suas próximas apresentações.

Diamond, conhecido por sucessos como "Sweet Caroline" e "Cracklin' Rosie", disse que planeja continuar ativo com composições e gravações.
Diamond completará 77 anos nesta semana, e no domingo a Recording Academy planeja honrá-lo com seu prêmio pelo conjunto da obra.
Diamond vendeu mais de 130 milhões de álbuns mundialmente e 38 de seus singles chegaram ao Top 40, de acordo com a academia.

04102017 - E NOVO CD DE SHANIA TWAIN:

04102017 - NOVO CD JOHNNY MATHIS:

06072017 - NOVO CD DE JULIO IGLESIAS, O MESMO TÊM A CANÇÃO "FOREVER AND EVER", UM DOS PRIMEIROS HITS COM O IMORTAL DEMIS ROUSSOS:

15042017 - NOVO BOX COM NEIL DIAMOND:

3 CDs com o melhor de Neil. Se você gosta, compre na amazon.

15012017 - UM CD DE JULIO IGLESIAS COM OS GRANDES SUCESSOS EM FRANCÊS. SE VOCÊ GOSTA, VAI GOSTAR.

06122016 - NOVO CD DE CELINE DION, COM CANÇÕES EM FRANCÊS. EU GOSTEI.

01102016 - O NOVO CD DE MEAT LOAF ENTRA NA BILLBOARD NO NÚMERO 31 - MUITO BOM.

26092016 - NOVO ÁLBUM DE MEAT LOAF - FANTÁSTICO CD:

 

01082016 - "TIVE TIRAR O MEU FILHO DA FACULDADE", LAMENTA CORRETOR PROCESSADO PELO CANTOR ROBERTO CARLOS....

Sujeito a multa diária de R$ 1 mil, Roberto Carlos Vieira é processado por usar nome próprio em corretora de imóveis

Roberto Carlos entrou com processo contra um corretor de imóveis homônimo de Vila Velha, no Espírito Santo. O cantor exije que Roberto Carlos Vieira, de 55 anos, altere o nome de seu estabelecimento comercial, exatamente o mesmo do Rei. Ele deu entrada no processo em 2014 na 15ª Vara Cível de São Paulo, por meio da Editora Musical Amigos LTDA, da qual é dono.
Roberto Carlos processa corretor de imóveis por ter o mesmo nome que ele

Roberto Carlos processa corretor de imóveis por ter o mesmo nome que ele

Roberto Carlos registrou seu nome composto como marca própria, o que legalmente inviabiliza o uso do nome em qualquer estabelecimento comercial no país. Caso a determinação não seja cumprida, Roberto Carlos Vieira terá que pagar uma multa diária no valor de R$ 1 mil.
Roberto Carlos Vieira, de 55 anos, está sendo processado pelo rei:

Roberto Carlos Vieira, de 55 anos, está sendo processado pelo rei: "É muito injusto"

Ao iG, Vieira afirmou que não consegue arcar com as despesas da multa, que somam R$ 30 mil mensais, e disse que irá recorrer da decisão na justiça. "Eu nunca atrapalhei a vida dele. Sou corretor de imóveis há oito anos e só usei o meu próprio nome para tocar o negócio, como é de costume no mercado imobiliário. Fiz tudo de forma lícita", disse.

Corretor autônomo, Roberto conta que passou a trabalhar para terceiros depois de receber a notificação do cantor. "Tive uma queda brusca de rendimento depois do processo. Eu fiquei muito surpreso. Meu nome não é uma homenagem a ele, e sim ao meu pai. Acho tudo isso injusto, é um cara com um poder muito grande contra mim".

Sobre o prejuízo, ele lamenta. "Não estou falido, mas é uma situação muito complicada. Tem coisas que você não consegue mensurar. Tive que tirar meu filho da faculdade, meu casamento foi desfeito, cortei muita coisa. São oito anos de uma carreira profissional desvalorizados", declarou.

26072016 - A HISTÓRIA DE JESSÉ - UM DOS MAIORES CANTORES DO BRASIL EM TODOS OS TEMPOS:

Nome Completo: José Florentino dos Santos
Data de nascimento: 25/04/1952, Niterói - RJ
Morte: 29/03/1993 Ourinhos - PR
País: Brasil
Gênero: Pop, Erudito, MPB, Romântico Popular
Período de Atividade: Anos 70 e 80 até sua morte 1993.

Maiores sucessos de sua carreira solo :

Porto Solidão (1980) Concorrente do MPB 80 em 1980.
Voa Liberdade (1980)
Estrela Reticente (1981) Concorrente do MPB SHELL 1981
O Ilusionista (1982) Concorrente do MPB SHELL 1982
Estrela De Papel (1983) Vencedora do XII Festival da OTI nos EUA


Cantor de voz muito potente, sendo considerado um estouro no início da década de 80, o cantor Jessé nasceu no estado do Rio de Janeiro, porém foi criado em Brasília. Em 1967, aprendeu a tocar musica, servindo como base um violão de seu irmão Cleofás que estava a dois anos no guarda-roupa. Começou a tocar em casamentos, onde seu irmão Cleofas ficou impressionado quando estava presente no casamento e viu Jessé a tocar no piano. Logo depois, Jessé começou a cantar em bailes noturnos músicas de sucesso como por exemplo algumas músicas do Michael Jackson durante o início dos anos de 1970, até que começou a participar do conjunto Corrente de Força em 1975 e Placa Luminosa no vocal de 1976 até o ano de 1978, onde gravou a música "Velho Demais" que foi utilizada pela Rede Globo na novela Sem Lenço Sem Documento em 1976. Ao mesmo tempo, começou a cantar com pseudônimos, entre eles o mais conhecido, o Tony Stevens, lançando singles de muito sucesso, sendo tema de novela do horário nobre da Rede Globo. Um de seus maiores sucessos como Tony Stevens foi "If You Could Remember" que foi gravado para uma novela da extinta Rede Tupi e "Flying High" . Em 1978, foi aplaudido em pé por Toquinho e Vinicius numa casa noturna quando ele se apresentou com o "Concerto Para Uma Só Voz". Logo depois disso foi convidado para se apresentar em um aniversário, que seria no caso do Roberto Carlos. Gravou dois discos de músicas evangélicas com o pseudônimo de Reginaldo Veloso, onde grava música com crítica a Igreja Católica.

Em 1980, escolheu a musica Porto Solidão para participar do MPB 80, a musica Porto Solidão já tinha sido escrita antes e tinha sido oferecida para cantores de frente de classe popular entre eles Gilliard e Fábio Jr., porém eles a rejeitaram a letra, posterior a esse acontecimento, a RGE a ofereceu a letra para o Jessé e ele a aceitou, sendo considerado o single de maior sucesso, vendendo 1 milhão de cópias. Jessé participou e venceu o MPB SHELL, como melhor intérpete. Nesse mesmo ano, se apresentou no fantástico num clipe com a musica Voa Liberdade, musica que estourou nas paradas musicais no ano de 1980, sendo incluída no seu disco do ano, junto com Porto Solidão.

Em 1981, ganhou novamente o MPB SHELL como melhor intérprete com a música Estrela Reticente, outro de seus maiores sucessos. Em 1983 gravou seu primeiro disco ao vivo, o disco "Sorriso ao Pé da Escada" disco onde ele faz tributo a saudosa Elis Regina. Nesse mesmo ano Jessé participou do XII Festival da OTI, e ganhou com a música Estrelas de Papel, um tributo a Charles Chaplin, como melhor canção, melhor intérprete e melhor arranjos, porém o Presidente da República dos Estados Unidos Ronald Reagan, o enviou um telegrama pensando que a música tivesse sido feita em homenagem a ele, porém Jessé o esclareceu que a música não era feita a ele mas sim a Charles Chaplin. Estrelas de Papel foi lançada no seu disco de mesmo título no em novembro de 1983.

Em 1984, gravou o disco "Sobre Todas As Coisas", seu segundo álbum ao vivo, sendo um de seus maiores discos. Mesmo com reconhecimento artístico Jessé era muito criticado por críticos musicais, o que ocorreu em 1983 onde chegaram a criticar que seus agudos eram muito escandalosos e enfeitadores de timbres. Em 1986, ao lado de grandes nomes da MPB na primeira edição do Prêmio Da Música Popular Brasileira, ganha o prêmio de 1° Lugar na Musica Popular, ao lado de Milton Nascimento como 1° na categoria MPB na noite do festival, notório que não fizeram questão de enquadrar Jessé de MPB nesse festival, com o propósito ou de dar ao prêmio de primeiro lugar propósitalmente ou por desconsiderar um cantor Brega, como já tinha ocorrido desde o início da carreira, críticos falarem mal de seus discos e catalogar de cantor Brega ou de Galã de Mulheres, sendo que em seus shows eram vendido ingressos para a maioria Mulheres jovens, Idosos e Crianças.

Em 1989, Jessé foi aos Estados Unidos gravar o disco Jessé In Nashville, deste disco se destaca as faixas "América" e "Novo Amanhecer". Neste disco Jessé apresenta nas primeiras faixa um repertório mais Pop, com cinco das onze canções gravadas em inglês. Porém o disco não teve repercussão no Brasil, e acabou passando desapercebido pela maioria do público.

No início dos anos 90, Jessé se desentendeu com a RGE, que começou a impor muito que gravasse com o repertório de sertanejo, assim recusando isso , ele mesmo financiou e montou sua própria gravadora, o selo Luz, onde estava disposto a receber outros artistas que não tinham seu espaço pelas gravadoras na época. Com o selo luz gravou em 1992 o disco Raízes, voltando para os programas de televisão da época. Deste disco se destaca a musica "Raízes", "Tudo Que Se Quer" gravado junto com sua filha Vanessa e "Canto Porque Tenho Vida" uma manifestação sobre as gravadoras que impõem aos artistas gravarem o que agrada aos mesmos. Em 1990, Jessé capota de uma moto e quase morre, devido estar em alta velocidade (190km/h), fica internado e se recupera, morrendo 3 anos depois de um segundo acidente automobilístico, Jessé gostava de dirigir em alta velocidade como seus parentes comentavam nas revistas veiculadas na mídia pouco depois de sua morte.

Em 29 de Março de 1993, quando se dirigia ao um show no estado do Paraná, Jessé estava com sua esposa grávida no carro a 190 Km/h na terceira via opcional, quando uma curva fechada passa desapercebida por ele. Jessé perdeu o controle do carro e o carro capotou jogando a sua esposa pra fora do carro e assim sofrendo um traumatismo craniano. Jessé e sua esposa foram levados para Ourinhos, e Jessé acabou morrendo poucos dias depois e sua esposa acabou perdendo seu filho porém a sobrevivendo. Jessé morreu aos 40 anos e no total gravou 11 discos em sua carreira solo, e preparando mais um novo disco com até musicas gravadas que permaneceram inéditas desde então, sua gravadora recém lançada, a Luz, faliu, e seu desejo de contratar artistas da Mpb para gravar em seu estúdio foi-se nunca a ser concretizado.

12032016 - MEAT:

Meat Loaf foi colocado em um regime de saúde rigorosa depois que ele entrou em colapso no palco em Edmonton no mês passado.
O cantor disse que o incidente estava para baixo a desidratação grave e diz Classic Rock que ele agora está vendo um fisioterapeuta quatro dias por semana em uma tentativa de perder peso.
Perguntado sobre como ele está se sentindo desde o colapso, Meat Loaf diz:... "Eu estou bem fraco, eu tenho que ir para a fisioterapia eu tive uma cirurgia nas costas e uma cirurgia no joelho nos últimos dois anos, e a cirurgia do joelho falhou, por isso, eu não tenho sido capaz de trabalhar em turnê.

"Então, eu estou indo para a acupuntura, fisioterapia, e um treinador, começando segunda-feira para quatro dias por semana, uma hora e meia cada sessão."

Uma série de shows foram adiados, na esteira do colapso no palco do Meat Loaf, mas ele diz que vai à frente, eventualmente, e que ele não vai recuar de compromissos de turnê futuras.
Ele diz: "Eu estou no Reino Unido de 28 de Agosto a 10 de Setembro e, em seguida, eu vim para Nova York por uma semana e eu ir para Los Angeles durante uma semana, para promo, então eu estou voltando para casa para descansar por quatro semanas e fazer terapia mais física, mais eu estive em uma dieta e perdi chegando perto de 20 libras agora.

"Então, antes de 28 de agosto, vai perder outros 15 antes de eu começar a fazer promo no Reino Unido. Então, estamos tentando atente para a minha saúde e torná-lo mais fácil no palco."

22042016 - UM DOS ÚLTIMOS ÁLBUNS DE JOHNNY CASH:

27022016 - ELVIS INTERPRETA VÁRIAS CANÇÕES  DE OUTROS CANTORES, COMO OS BEE GEES E NEIL DIAMOND:

13012016 - ESTE ÁLBUM FOI LANÇADO EM 2006, INCLUI UMA RETROSPECTIVA DO GRANDE ROY ORBISON: 

17102015 - JULIO IGLESIAS LANÇA UM BOM CD PARA O MÉXICO:

0910215 - JULIO IGLESIAS, QUE ACABA DE LANÇAR  SEU DISCO, "MEXICO", NÃO VOLTARÁ A CANTAR EM UM CASSINO DO PRÉ-CANDIDATO REPUBLICANO À PRESIDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS, DONALD TRUMP, A QUEM QUALIFICOU DE "PALHAÇO" E "IMBECIL".

Barcelona, 7 out (EFE) - O cantor espanhol Julio Iglesias, que acaba de lançar seu último disco, “México”, não voltará a cantar em um cassino do pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem qualificou de “palhaço” e “imbecil”.
Em entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal espanhol “La Vanguardia”, Iglesias comentou as polêmicas declarações e atitudes de Trump.
“Cantei muitas vezes em seus cassinos, mas não voltarei a fazer isso. Me parece um imbecil. Acredita que pode regular o mundo esquecendo o que os imigrantes fizeram por seu país. É um palhaço! E peço perdão aos palhaços”, declarou.
O cantor, que acaba de recuperar-se de uma dolência nas costas que lhe obrigou a passar pela sala de cirurgia, lançou um novo álbum dedicado ao México, país pelo que está realizando uma turnê de apresentação de seu novo trabalho.
Em relação a seu 72º aniversário, que comemorou no último dia 23 de setembro, o cantor declarou que prefere “ignorar” os aniversários.
“Prefiro as rugas que vejo nos espelhos. Te ensinam a errar menos, a ser mais agradecido, a ter o coração mais forte, a querer e a ser mais querido”, ponderou.

07102015 - UM FANTÁSTICO BOX COM JOHNNY MATHIS:

EXCELENTE O SHOW DE JÚLIO IGLESIAS EM UBERLÂNDIA ONTEM 26-11-2014.
GOSTEI DEMAIS. CANTOR JÚLIO IGLESIAS SE APRESENTA EM UBERLÂNDIA COM A TURNÊ "1":

Um grande artista não se faz somente pelo que vende, se faz pelo público que conquista e pela longevidade de 46 anos de carreira como o cantor espanhol Julio Iglesias. Ele começou sua turnê brasileira em setembro e segue com ela até dezembro. Poucos são os artistas de primeiro porte que fazem um giro tão amplo em solo brasileiro. Ao todo são 19 shows. E nesta quarta-feira (26), a partir das 22h, no Center Convention, os uberlandenses poderão conferir o show da turnê “1”.
Julio estava, literalmente, na estrada, a caminho da cidade, quando respondeu à entrevista por e-mail ao CORREIO de Uberlândia. Simpático, disse que será um prazer cantar para os uberlandenses. E apesar de a turnê “1” ser anunciada como sua despedida, Julio Iglesias não quer dizer que não voltará ao Brasil, mas as turnês muito longas definitivamente devem dar lugar a shows mais pontuais. “É sempre bom ter metas novas, porque isso te mantém alerta, vivo”, diz.
Aos 71 anos, com 60 álbuns lançados em uma carreira que começou no hospital, Julio Iglesias é, segundo o “Guinness Book”, o artista latino que mais vende discos, ultrapassou a barreira dos 300 milhões. Porém, mais do que cifras, ele gosta de privilegiar o público. “A música mudou a minha vida e nunca poderei agradecer o suficiente aos meus fãs”, afirma o artista, que já se apresentou na cidade nos anos 90.

Entrevista:

CORREIO de Uberlândia – Tantas décadas dedicadas à música ainda existem novidades. Imagina a expectativa dos fãs de Uberlândia para recebê-lo? Essa questão de sempre conhecer lugares novos é um dos motivos que o fez escolher a carreira de cantor?

Estou feliz de cantar em Uberlândia. Descobrir novas cidades em um país tão querido como o Brasil é um privilégio. Nesses 46 anos de carreira, os brasileiros têm sido muito generosos comigo ao me darem a oportunidade de cantar no Brasil de norte a sul e isso eu agradeço de coração. A carreira de cantor começou, para mim, pelas circunstâncias da vida. Depois de um acidente de trânsito que tive aos 20 anos de idade, no hospital, durante o período de recuperação, comecei a tocar violão e a compor as primeiras canções. Minha vida mudou por completo, graças à música.

Não me lembro de um artista como você ter feito uma turnê tão longa em solo brasileiro. É um público especial para você?

Sim, essa turnê pelo Brasil é enorme. Começamos em setembro e terminaremos em dezembro. Eu adoro os brasileiros. Me encanta cantar para eles, porque vivem a música intensa e profundamente. Logo que subo ao palco, percebo uma conexão especial com o público, sinto a vibração deles.

Como é saber que – dentro do mercado formal, sem contar a pirataria que assombra a indústria fonográfica – com seus discos, você está dentro da casa e, provavelmente, do coração de 300 milhões de pessoas?

Mais da metade desses 300 milhões de discos que vendi deve ter sido comprada pelo meu pai, que era meu fã número um (risos). É um privilégio quando te dizem que você é o artista latino mais vendido na história, mas a vida me ensinou que as cifras, no final das contas, não são tão importantes. O que importa de verdade é o sentimento, a paixão, querer sentir-se querido. Eu devo esses 46 anos de carreira a meu público, ao amor deles. Nunca poderei agradecê-los o suficiente.

“1” marca sua despedida das grandes turnês, mas li, em uma entrevista recente, que a música jamais deixará de fazer parte da sua vida. Vi algo como “vou cantar até o dia em que morrer” ou algo assim. Nessa longa estrada, tem algo, dentro do meio musical, que você ainda gostaria de realizar?

A música é minha vida. Espero que a vida siga sendo generosa comigo e me permita cantar até o final. Organizar turnês muito longas, como a deste ano pelo Brasil, não é fácil, por isso, é pouco provável que voltemos a montar uma turnê igual. Não quero dizer que não voltarei ao Brasil para shows pontuais. É sempre bom ter metas novas, porque isso te mantém alerta, vivo. Para mim, minhas metas são ter saúde e seguir cantando.

Sei que cada canção é como um filho. Certa vez, um artista nosso muito querido, saudoso Renato Russo, disse, referindo-se à música “Giz”, que era a que lhe dava mais orgulho de ter escrito. Quanto a Julio Iglesias, existe uma canção sua que considere especial?

E difícil escolher, porque cada música tem sua história e te traz lembranças de pessoas especiais que conheceu. Porém a canção-chave da minha vida é, sem dúvida, “La vida sigue igual”. Com ela, ganhei o Festival de Benidorm, em 1968, ali começou tudo.

Para terminar, quando estiver viajando menos, tem planos de escrever uma autobiografia ou produzir um documentário com sua história?

Prefiro viver a vida a contá-la!

Muito obrigada e seja bem-vindo a Uberlândia, tenho certeza que será um momento histórico para a cultura da cidade.

Muito obrigado. Será um prazer cantar para os uberlandenses.

Serviço:

O show de Julio Iglesias acontece nesta quarta-feira (26), às 22h, no Center Convention. O local abre para receber o público a partir das 20h. Os ingressos estão sendo vendidos na loja Mousse Cake do Center Shopping (hoje até às 22h) e na bilheteria do Center Convention (hoje a partir das 20h). Confira os preços e setores nesta página. Informações: 3216-5380.
 

BOAS NOTÍCIAS, A VOLTA DE PLÁCIDO DOMINGO AO CD. ANTES ELE PARTICIPOU DO GRANDE ÁLBUM "GOLDEN VOICES SING JOHN DENVER". FELIZMENTE SAIU NO BRASIL.

NEIL DIAMOND LANÇA O SEU NOVO ÁLBUM, E CHEGA A 3a. TERCEIRA POSIÇÃO DA BILLBOARD - 30-10-2014:

 

VEJA AS NOVAS CANÇÕES:

MELODY ROAD
FIRST TIME
SEONGAH AND JIMMY
SOMETHING BLUE
NOTHING BUT A HEARTACHE
IN BETTER DAYS
OOO DO I WANNA BE YOURS
ALONE AL THE BALL
SUNNY DISPOSITION
MARRY ME NOW
THE ART OF LOVE
MELODY ROAD (REPRISE)

NOVO CD DA BELA JESSICA LOPEZ - OUVIR PARA VER SE É BOM:

ESTE CD INCLUI AS MELHORES CANÇÕES DE CHRIS ISAAK, COMO O CLÁSSICO "WICKED GAME", ALÉM TÊM CANÇÃO COMO "ONLY THE LONELY", ONDE MOSTRA O SEU AMOR PELAS MÚSICAS DE ROY ORBISON:

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