MÚSICAS:

06072017 - NOVO CD DE JULIO IGLESIAS, O MESMO TÊM A CANÇÃO "FOREVER AND EVER", UM DOS PRIMEIROS HITS COM O IMORTAL DEMIS ROUSSOS:

15042017 - NOVO BOX COM NEIL DIAMOND:

3 CDs com o melhor de Neil. Se você gosta, compre na amazon.

23022017 - MIKE STONE PROFESSOR DE KARATÊ, ENSINOU ELVIS PRESLEY E DEPOIS TÊM UM CASO COM A ESPOSA DO CANTOR:

31012017 - ESTE ÁLBUM DE JOHNNY MATHIS FICOU MAIS 490 SEMANAS NA BILLBOARD - UAU !!!!                                                                                            

25012017 - UM CD DE JULIO IGLESIAS COM OS GRANDES SUCESSOS EM FRANCÊS. SE VOCÊ GOSTA, VAI GOSTAR.

06122016 - NOVO CD DE CELINE DION, COM CANÇÕES EM FRANCÊS. EU GOSTEI.

01102016 - O NOVO CD DE MEAT LOAF ENTRA NA BILLBOARD NO NÚMERO 31 - MUITO BOM.

26092016 - NOVO ÁLBUM DE MEAT LOAF - FANTÁSTICO CD:

 

01082016 - "TIVE TIRAR O MEU FILHO DA FACULDADE", LAMENTA CORRETOR PROCESSADO PELO CANTOR ROBERTO CARLOS....

Sujeito a multa diária de R$ 1 mil, Roberto Carlos Vieira é processado por usar nome próprio em corretora de imóveis

Roberto Carlos entrou com processo contra um corretor de imóveis homônimo de Vila Velha, no Espírito Santo. O cantor exije que Roberto Carlos Vieira, de 55 anos, altere o nome de seu estabelecimento comercial, exatamente o mesmo do Rei. Ele deu entrada no processo em 2014 na 15ª Vara Cível de São Paulo, por meio da Editora Musical Amigos LTDA, da qual é dono.
Roberto Carlos processa corretor de imóveis por ter o mesmo nome que ele

Roberto Carlos processa corretor de imóveis por ter o mesmo nome que ele

Roberto Carlos registrou seu nome composto como marca própria, o que legalmente inviabiliza o uso do nome em qualquer estabelecimento comercial no país. Caso a determinação não seja cumprida, Roberto Carlos Vieira terá que pagar uma multa diária no valor de R$ 1 mil.
Roberto Carlos Vieira, de 55 anos, está sendo processado pelo rei:

Roberto Carlos Vieira, de 55 anos, está sendo processado pelo rei: "É muito injusto"

Ao iG, Vieira afirmou que não consegue arcar com as despesas da multa, que somam R$ 30 mil mensais, e disse que irá recorrer da decisão na justiça. "Eu nunca atrapalhei a vida dele. Sou corretor de imóveis há oito anos e só usei o meu próprio nome para tocar o negócio, como é de costume no mercado imobiliário. Fiz tudo de forma lícita", disse.

Corretor autônomo, Roberto conta que passou a trabalhar para terceiros depois de receber a notificação do cantor. "Tive uma queda brusca de rendimento depois do processo. Eu fiquei muito surpreso. Meu nome não é uma homenagem a ele, e sim ao meu pai. Acho tudo isso injusto, é um cara com um poder muito grande contra mim".

Sobre o prejuízo, ele lamenta. "Não estou falido, mas é uma situação muito complicada. Tem coisas que você não consegue mensurar. Tive que tirar meu filho da faculdade, meu casamento foi desfeito, cortei muita coisa. São oito anos de uma carreira profissional desvalorizados", declarou.

26072016 - A HISTÓRIA DE JESSÉ - UM DOS MAIORES CANTORES DO BRASIL EM TODOS OS TEMPOS:

Nome Completo: José Florentino dos Santos
Data de nascimento: 25/04/1952, Niterói - RJ
Morte: 29/03/1993 Ourinhos - PR
País: Brasil
Gênero: Pop, Erudito, MPB, Romântico Popular
Período de Atividade: Anos 70 e 80 até sua morte 1993.

Maiores sucessos de sua carreira solo :

Porto Solidão (1980) Concorrente do MPB 80 em 1980.
Voa Liberdade (1980)
Estrela Reticente (1981) Concorrente do MPB SHELL 1981
O Ilusionista (1982) Concorrente do MPB SHELL 1982
Estrela De Papel (1983) Vencedora do XII Festival da OTI nos EUA


Cantor de voz muito potente, sendo considerado um estouro no início da década de 80, o cantor Jessé nasceu no estado do Rio de Janeiro, porém foi criado em Brasília. Em 1967, aprendeu a tocar musica, servindo como base um violão de seu irmão Cleofás que estava a dois anos no guarda-roupa. Começou a tocar em casamentos, onde seu irmão Cleofas ficou impressionado quando estava presente no casamento e viu Jessé a tocar no piano. Logo depois, Jessé começou a cantar em bailes noturnos músicas de sucesso como por exemplo algumas músicas do Michael Jackson durante o início dos anos de 1970, até que começou a participar do conjunto Corrente de Força em 1975 e Placa Luminosa no vocal de 1976 até o ano de 1978, onde gravou a música "Velho Demais" que foi utilizada pela Rede Globo na novela Sem Lenço Sem Documento em 1976. Ao mesmo tempo, começou a cantar com pseudônimos, entre eles o mais conhecido, o Tony Stevens, lançando singles de muito sucesso, sendo tema de novela do horário nobre da Rede Globo. Um de seus maiores sucessos como Tony Stevens foi "If You Could Remember" que foi gravado para uma novela da extinta Rede Tupi e "Flying High" . Em 1978, foi aplaudido em pé por Toquinho e Vinicius numa casa noturna quando ele se apresentou com o "Concerto Para Uma Só Voz". Logo depois disso foi convidado para se apresentar em um aniversário, que seria no caso do Roberto Carlos. Gravou dois discos de músicas evangélicas com o pseudônimo de Reginaldo Veloso, onde grava música com crítica a Igreja Católica.

Em 1980, escolheu a musica Porto Solidão para participar do MPB 80, a musica Porto Solidão já tinha sido escrita antes e tinha sido oferecida para cantores de frente de classe popular entre eles Gilliard e Fábio Jr., porém eles a rejeitaram a letra, posterior a esse acontecimento, a RGE a ofereceu a letra para o Jessé e ele a aceitou, sendo considerado o single de maior sucesso, vendendo 1 milhão de cópias. Jessé participou e venceu o MPB SHELL, como melhor intérpete. Nesse mesmo ano, se apresentou no fantástico num clipe com a musica Voa Liberdade, musica que estourou nas paradas musicais no ano de 1980, sendo incluída no seu disco do ano, junto com Porto Solidão.

Em 1981, ganhou novamente o MPB SHELL como melhor intérprete com a música Estrela Reticente, outro de seus maiores sucessos. Em 1983 gravou seu primeiro disco ao vivo, o disco "Sorriso ao Pé da Escada" disco onde ele faz tributo a saudosa Elis Regina. Nesse mesmo ano Jessé participou do XII Festival da OTI, e ganhou com a música Estrelas de Papel, um tributo a Charles Chaplin, como melhor canção, melhor intérprete e melhor arranjos, porém o Presidente da República dos Estados Unidos Ronald Reagan, o enviou um telegrama pensando que a música tivesse sido feita em homenagem a ele, porém Jessé o esclareceu que a música não era feita a ele mas sim a Charles Chaplin. Estrelas de Papel foi lançada no seu disco de mesmo título no em novembro de 1983.

Em 1984, gravou o disco "Sobre Todas As Coisas", seu segundo álbum ao vivo, sendo um de seus maiores discos. Mesmo com reconhecimento artístico Jessé era muito criticado por críticos musicais, o que ocorreu em 1983 onde chegaram a criticar que seus agudos eram muito escandalosos e enfeitadores de timbres. Em 1986, ao lado de grandes nomes da MPB na primeira edição do Prêmio Da Música Popular Brasileira, ganha o prêmio de 1° Lugar na Musica Popular, ao lado de Milton Nascimento como 1° na categoria MPB na noite do festival, notório que não fizeram questão de enquadrar Jessé de MPB nesse festival, com o propósito ou de dar ao prêmio de primeiro lugar propósitalmente ou por desconsiderar um cantor Brega, como já tinha ocorrido desde o início da carreira, críticos falarem mal de seus discos e catalogar de cantor Brega ou de Galã de Mulheres, sendo que em seus shows eram vendido ingressos para a maioria Mulheres jovens, Idosos e Crianças.

Em 1989, Jessé foi aos Estados Unidos gravar o disco Jessé In Nashville, deste disco se destaca as faixas "América" e "Novo Amanhecer". Neste disco Jessé apresenta nas primeiras faixa um repertório mais Pop, com cinco das onze canções gravadas em inglês. Porém o disco não teve repercussão no Brasil, e acabou passando desapercebido pela maioria do público.

No início dos anos 90, Jessé se desentendeu com a RGE, que começou a impor muito que gravasse com o repertório de sertanejo, assim recusando isso , ele mesmo financiou e montou sua própria gravadora, o selo Luz, onde estava disposto a receber outros artistas que não tinham seu espaço pelas gravadoras na época. Com o selo luz gravou em 1992 o disco Raízes, voltando para os programas de televisão da época. Deste disco se destaca a musica "Raízes", "Tudo Que Se Quer" gravado junto com sua filha Vanessa e "Canto Porque Tenho Vida" uma manifestação sobre as gravadoras que impõem aos artistas gravarem o que agrada aos mesmos. Em 1990, Jessé capota de uma moto e quase morre, devido estar em alta velocidade (190km/h), fica internado e se recupera, morrendo 3 anos depois de um segundo acidente automobilístico, Jessé gostava de dirigir em alta velocidade como seus parentes comentavam nas revistas veiculadas na mídia pouco depois de sua morte.

Em 29 de Março de 1993, quando se dirigia ao um show no estado do Paraná, Jessé estava com sua esposa grávida no carro a 190 Km/h na terceira via opcional, quando uma curva fechada passa desapercebida por ele. Jessé perdeu o controle do carro e o carro capotou jogando a sua esposa pra fora do carro e assim sofrendo um traumatismo craniano. Jessé e sua esposa foram levados para Ourinhos, e Jessé acabou morrendo poucos dias depois e sua esposa acabou perdendo seu filho porém a sobrevivendo. Jessé morreu aos 40 anos e no total gravou 11 discos em sua carreira solo, e preparando mais um novo disco com até musicas gravadas que permaneceram inéditas desde então, sua gravadora recém lançada, a Luz, faliu, e seu desejo de contratar artistas da Mpb para gravar em seu estúdio foi-se nunca a ser concretizado.

18072016 - NOVO CD DE PAUL McCARTNEY:

 

12032016 - MEAT:

Meat Loaf foi colocado em um regime de saúde rigorosa depois que ele entrou em colapso no palco em Edmonton no mês passado.
O cantor disse que o incidente estava para baixo a desidratação grave e diz Classic Rock que ele agora está vendo um fisioterapeuta quatro dias por semana em uma tentativa de perder peso.
Perguntado sobre como ele está se sentindo desde o colapso, Meat Loaf diz:... "Eu estou bem fraco, eu tenho que ir para a fisioterapia eu tive uma cirurgia nas costas e uma cirurgia no joelho nos últimos dois anos, e a cirurgia do joelho falhou, por isso, eu não tenho sido capaz de trabalhar em turnê.

"Então, eu estou indo para a acupuntura, fisioterapia, e um treinador, começando segunda-feira para quatro dias por semana, uma hora e meia cada sessão."

Uma série de shows foram adiados, na esteira do colapso no palco do Meat Loaf, mas ele diz que vai à frente, eventualmente, e que ele não vai recuar de compromissos de turnê futuras.
Ele diz: "Eu estou no Reino Unido de 28 de Agosto a 10 de Setembro e, em seguida, eu vim para Nova York por uma semana e eu ir para Los Angeles durante uma semana, para promo, então eu estou voltando para casa para descansar por quatro semanas e fazer terapia mais física, mais eu estive em uma dieta e perdi chegando perto de 20 libras agora.

"Então, antes de 28 de agosto, vai perder outros 15 antes de eu começar a fazer promo no Reino Unido. Então, estamos tentando atente para a minha saúde e torná-lo mais fácil no palco."

10062016 - 2 CDs EXCELENTES DE JESSÉ. INFELIZMENTE, SÓ É VENDIDO PELO MERCADO LIVRE:

 

22042016 - UM DOS ÚLTIMOS ÁLBUNS DE JOHNNY CASH:

27022016 - ELVIS INTERPRETA VÁRIAS CANÇÕES  DE OUTROS CANTORES, COMO OS BEE GEES E NEIL DIAMOND:

 

13012016 - ESTE ÁLBUM FOI LANÇADO EM 2006, INCLUI UMA RETROSPECTIVA DO GRANDE ROY ORBISON:

 

10112015 - ROBERTO CARLOS PRIMEIRA FILA:

O Rei lançou um novo disco. Ou melhor, um novo disco velho, já que não passa de mais uma recauchutagem de seu repertório. "Primeira Fila" foi gravado no estúdio Abbey Road, em Londres, e traz 17 canções, sendo dez em português e sete em espanhol.

O repertório é mais velho que pão fatiado: "Emoções", "Detalhes", "As Curvas da Estrada de Santos" e outras joias que Sua Majestade já lançou trocentas vezes em trocentos álbuns. Ao público, resta comprar a enésima gravação de "O Portão" ou "Ilegal, Imoral ou Engorda", incluídos em "Primeira Fila".

Nos últimos anos, com algumas exceções –como "Esse Cara Sou Eu", de 2012, com duas músicas novas–, o Rei se limitou a regravar sucessos, seja em discos ao vivo, remixados por DJs ou duetos com cantoras e artistas sertanejos.

De novidade, "Primeira Fila" traz uma versão de "And I Love Her", dos Beatles, e versões inéditas em espanhol de velhas músicas. A assessoria de imprensa informa que o disco tem "arranjos novos, especialmente compostos para este lançamento".

A essa altura, o leitor está se perguntando: como é a versão do Rei para "And I Love Her"? E que tal os arranjos novos? A resposta é: ninguém sabe. O disco não foi liberado aos críticos para audição. Como tudo na Robertolândia, o conteúdo é protegido com dedicação canina e desprezo absoluto pela informação.

Roberto Carlos continua vivendo num mundo de faz de conta, onde ele é rei de verdade, a imprensa existe para enaltecê-lo, e qualquer informação que não seja de seu agrado é imediatamente varrida para baixo do tapete por seu batalhão de advogados.

Entrevistas, só para o "Jornal da Globo", emissora na qual Roberto Carlos apresenta especiais de fim de ano há mais de quatro décadas. "O disco é um presente para mim", disse o Rei à emissora. Lá se vai o tempo em que ele fazia discos de presente para os súditos.

03112015 - A CASA DE JOHNNY MATHIS FOI DESTRUÍDA PELO INCÊNDIO:

A mansão de Johnny Mathis foi destruída em um incêndio na noite desta segunda-feira. O cantor, que vive na casa há mais de 50 anos, não estava na propriedade no momento e passa bem. Aos repórteres, Mathis disse que "apenas algumas lembranças foram poupadas".
De acordo com Brian Humphrey, representante do departamento de bombeiros de Los Angeles, o fogo começou por volta de 17h30m, no horário local. A situação só foi contida depois de 30 minutos, com a ajuda de 41 bombeiros. As informações são do "Los Angeles Times".
Ainda de acordo com os bombeiros, ninguém se feriu durante a operação, e os estragos causados pelo fogo ainda estão sendo avaliados. Ainda na ativa, Mathis saiu em turnê este ano para comemorar seus 60 anos de carreira. No domingo, ele se apresentou em Cleveland.

17102015 - JULIO IGLESIAS LANÇA UM BOM CD PARA O MÉXICO:

0910215 - JULIO IGLESIAS, QUE ACABA DE LANÇAR  SEU DISCO, "MEXICO", NÃO VOLTARÁ A CANTAR EM UM CASSINO DO PRÉ-CANDIDATO REPUBLICANO À PRESIDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS, DONALD TRUMP, A QUEM QUALIFICOU DE "PALHAÇO" E "IMBECIL".

Barcelona, 7 out (EFE) - O cantor espanhol Julio Iglesias, que acaba de lançar seu último disco, “México”, não voltará a cantar em um cassino do pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem qualificou de “palhaço” e “imbecil”.
Em entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal espanhol “La Vanguardia”, Iglesias comentou as polêmicas declarações e atitudes de Trump.
“Cantei muitas vezes em seus cassinos, mas não voltarei a fazer isso. Me parece um imbecil. Acredita que pode regular o mundo esquecendo o que os imigrantes fizeram por seu país. É um palhaço! E peço perdão aos palhaços”, declarou.
O cantor, que acaba de recuperar-se de uma dolência nas costas que lhe obrigou a passar pela sala de cirurgia, lançou um novo álbum dedicado ao México, país pelo que está realizando uma turnê de apresentação de seu novo trabalho.
Em relação a seu 72º aniversário, que comemorou no último dia 23 de setembro, o cantor declarou que prefere “ignorar” os aniversários.
“Prefiro as rugas que vejo nos espelhos. Te ensinam a errar menos, a ser mais agradecido, a ter o coração mais forte, a querer e a ser mais querido”, ponderou.

07102015 - UM FANTÁSTICO BOX COM JOHNNY MATHIS:

INCLUI 4 CDs MUITO BONS.

MORRE O CANTOR JOE COCKER, AOS 70 ANOS:
DE SÃO PAULO
22/12/2014 16h26 - Atualizado às 17h30

 

Morreu nesta segunda (22) o cantor britânico Joe Cocker, aos 70 anos de câncer de pulmão, em sua casa no Estado americano do Colorado.
Cocker é mais conhecido por seu cover da música dos Beatles "With a Little Help From My Friends", que nos anos 1980 virou tema da série "Anos Incríveis" —a versão com a voz rouca característica do cantor foi número um nas paradas britânicas em 1968 e, no ano seguinte, ele a apresentou no Festival de Woodstock.

JOE COCKER

Sua última turnê brasileira aconteceu em 2012, quando Cocker se apresentou em São Paulo, no Rio, em Belo Horizonte e em Porto Alegre. Antes disso, havia participado da edição de 1991 do Rock in Rio, no Maracanã.
"Gostaria de dizer para você que as outras turnês no Brasil foram maravilhosas," disse à Folha na última vinda ao país.
Nesta segunda, o ex-Beatle Ringo Starr prestou homenagem ao músico —a banda estava entre os fãs de Cocker: "Adeus e que Deus abençoe Joe Cocker. De um de seus amigos, paz e amor."

CARREIRA

Nascido John Robert Cocker em 1944, foi criado em Sheffield, na Inglaterra, e sua primeira incursão na música veio sob o nome artístico de "Vance Arnold", com sua banda Vance Arnold and the Avengers, que tocava, em sua maioria, covers de Chuck Berry e Ray Charles.
Nos anos 1960, Cocker fez seu nome com ótimos discos e shows intensos.
"Se eu fazia algo, era para valer, com tudo, não me segurava. Me perdia na música."
Cocker sobreviveu a momentos difíceis nos anos 1970, com crises de álcool e drogas, até que, em 1982, sua carreira foi ressuscitada pelo sucesso da balada "Up Where We Belong", um dueto com Jennifer Warnes, tema do filme "A Força do Destino", música pela qual recebeu um Grammy em 1983.
Outro do sucessos de Cocker foi a versão de "Unchain My Heart", faixa-título de seu álbum de 1987 —a canção foi gravada pela primeira vez por Ray Charles em 1961.
Ao todo, Cocker produziu 40 álbuns em sua carreira.
 

EXCELENTE O SHOW DE JÚLIO IGLESIAS EM UBERLÂNDIA ONTEM 26-11-2014.
GOSTEI DEMAIS. CANTOR JÚLIO IGLESIAS SE APRESENTA EM UBERLÂNDIA COM A TURNÊ "1":

Um grande artista não se faz somente pelo que vende, se faz pelo público que conquista e pela longevidade de 46 anos de carreira como o cantor espanhol Julio Iglesias. Ele começou sua turnê brasileira em setembro e segue com ela até dezembro. Poucos são os artistas de primeiro porte que fazem um giro tão amplo em solo brasileiro. Ao todo são 19 shows. E nesta quarta-feira (26), a partir das 22h, no Center Convention, os uberlandenses poderão conferir o show da turnê “1”.
Julio estava, literalmente, na estrada, a caminho da cidade, quando respondeu à entrevista por e-mail ao CORREIO de Uberlândia. Simpático, disse que será um prazer cantar para os uberlandenses. E apesar de a turnê “1” ser anunciada como sua despedida, Julio Iglesias não quer dizer que não voltará ao Brasil, mas as turnês muito longas definitivamente devem dar lugar a shows mais pontuais. “É sempre bom ter metas novas, porque isso te mantém alerta, vivo”, diz.
Aos 71 anos, com 60 álbuns lançados em uma carreira que começou no hospital, Julio Iglesias é, segundo o “Guinness Book”, o artista latino que mais vende discos, ultrapassou a barreira dos 300 milhões. Porém, mais do que cifras, ele gosta de privilegiar o público. “A música mudou a minha vida e nunca poderei agradecer o suficiente aos meus fãs”, afirma o artista, que já se apresentou na cidade nos anos 90.

Entrevista:

CORREIO de Uberlândia – Tantas décadas dedicadas à música ainda existem novidades. Imagina a expectativa dos fãs de Uberlândia para recebê-lo? Essa questão de sempre conhecer lugares novos é um dos motivos que o fez escolher a carreira de cantor?

Estou feliz de cantar em Uberlândia. Descobrir novas cidades em um país tão querido como o Brasil é um privilégio. Nesses 46 anos de carreira, os brasileiros têm sido muito generosos comigo ao me darem a oportunidade de cantar no Brasil de norte a sul e isso eu agradeço de coração. A carreira de cantor começou, para mim, pelas circunstâncias da vida. Depois de um acidente de trânsito que tive aos 20 anos de idade, no hospital, durante o período de recuperação, comecei a tocar violão e a compor as primeiras canções. Minha vida mudou por completo, graças à música.

Não me lembro de um artista como você ter feito uma turnê tão longa em solo brasileiro. É um público especial para você?

Sim, essa turnê pelo Brasil é enorme. Começamos em setembro e terminaremos em dezembro. Eu adoro os brasileiros. Me encanta cantar para eles, porque vivem a música intensa e profundamente. Logo que subo ao palco, percebo uma conexão especial com o público, sinto a vibração deles.

Como é saber que – dentro do mercado formal, sem contar a pirataria que assombra a indústria fonográfica – com seus discos, você está dentro da casa e, provavelmente, do coração de 300 milhões de pessoas?

Mais da metade desses 300 milhões de discos que vendi deve ter sido comprada pelo meu pai, que era meu fã número um (risos). É um privilégio quando te dizem que você é o artista latino mais vendido na história, mas a vida me ensinou que as cifras, no final das contas, não são tão importantes. O que importa de verdade é o sentimento, a paixão, querer sentir-se querido. Eu devo esses 46 anos de carreira a meu público, ao amor deles. Nunca poderei agradecê-los o suficiente.

“1” marca sua despedida das grandes turnês, mas li, em uma entrevista recente, que a música jamais deixará de fazer parte da sua vida. Vi algo como “vou cantar até o dia em que morrer” ou algo assim. Nessa longa estrada, tem algo, dentro do meio musical, que você ainda gostaria de realizar?

A música é minha vida. Espero que a vida siga sendo generosa comigo e me permita cantar até o final. Organizar turnês muito longas, como a deste ano pelo Brasil, não é fácil, por isso, é pouco provável que voltemos a montar uma turnê igual. Não quero dizer que não voltarei ao Brasil para shows pontuais. É sempre bom ter metas novas, porque isso te mantém alerta, vivo. Para mim, minhas metas são ter saúde e seguir cantando.

Sei que cada canção é como um filho. Certa vez, um artista nosso muito querido, saudoso Renato Russo, disse, referindo-se à música “Giz”, que era a que lhe dava mais orgulho de ter escrito. Quanto a Julio Iglesias, existe uma canção sua que considere especial?

E difícil escolher, porque cada música tem sua história e te traz lembranças de pessoas especiais que conheceu. Porém a canção-chave da minha vida é, sem dúvida, “La vida sigue igual”. Com ela, ganhei o Festival de Benidorm, em 1968, ali começou tudo.

Para terminar, quando estiver viajando menos, tem planos de escrever uma autobiografia ou produzir um documentário com sua história?

Prefiro viver a vida a contá-la!

Muito obrigada e seja bem-vindo a Uberlândia, tenho certeza que será um momento histórico para a cultura da cidade.

Muito obrigado. Será um prazer cantar para os uberlandenses.

Serviço:

O show de Julio Iglesias acontece nesta quarta-feira (26), às 22h, no Center Convention. O local abre para receber o público a partir das 20h. Os ingressos estão sendo vendidos na loja Mousse Cake do Center Shopping (hoje até às 22h) e na bilheteria do Center Convention (hoje a partir das 20h). Confira os preços e setores nesta página. Informações: 3216-5380.
 

BOAS NOTÍCIAS, A VOLTA DE PLÁCIDO DOMINGO AO CD. ANTES ELE PARTICIPOU DO GRANDE ÁLBUM "GOLDEN VOICES SING JOHN DENVER". FELIZMENTE SAIU NO BRASIL.

NEIL DIAMOND LANÇA O SEU NOVO ÁLBUM, E CHEGA A 3a. TERCEIRA POSIÇÃO DA BILLBOARD - 30-10-2014:

 

VEJA AS NOVAS CANÇÕES:

MELODY ROAD
FIRST TIME
SEONGAH AND JIMMY
SOMETHING BLUE
NOTHING BUT A HEARTACHE
IN BETTER DAYS
OOO DO I WANNA BE YOURS
ALONE AL THE BALL
SUNNY DISPOSITION
MARRY ME NOW
THE ART OF LOVE
MELODY ROAD (REPRISE)

NOVO CD DA BELA JESSICA LOPEZ - OUVIR PARA VER SE É BOM:

ESTE CD INCLUI AS MELHORES CANÇÕES DE CHRIS ISAAK, COMO O CLÁSSICO "WICKED GAME", ALÉM TÊM CANÇÃO COMO "ONLY THE LONELY", ONDE MOSTRA O SEU AMOR PELAS MÚSICAS DE ROY ORBISON:

MÚSICA BRASILEIRA EXCELENTE:

Cantor e compositor Jessé Florentino Santos nasceu em Niterói e foi criado em Brasília. Mudou-se para São Paulo, e atuou como crooner em boates. Depois, integrou os grupos Corrente de Força e Placa Luminosa, animando bailes por todo o Brasil. Ainda nos anos 70, também chegou a gravar em inglês com o pseudônimo de Tony Stevens, onde fez bastante sucesso com as musicas "Flying" e "If I Could Remember", musica essa que foi regravada a versão em português por Flavio Venturini e Caetano Veloso, entrando até como tema de novelas. Essa musica pode ser encontrado no disco Hits of Brazil, do extinto selo SBT Records. Foi revelado ao grande público em 1980, no Festival MPB Shell da Rede Globo com a música "Porto Solidão" (Zeca Bahia/ Ginko), seu maior sucesso, ganhando prêmio de melhor intérprete.
No outro ano, o Jessé, já famoso, chegou a participar do mesmo concurso, e acabou ganhando novamente como Melhor Intérprete, mas com a Música Estrela Reticente, que é uma de suas melhores músicas, onde ele conseguiu mostrar todo o seu potencial de voz.
Um dos maiores cantores do Brasil em todos os tempos. 

EDITH PIAF 50 ANOS:

A França se prepara para relembrar o 50º aniversário da morte de Edith Piaf, em outubro de 1963, com uma enxurrada de filmes, shows e livros, incluindo uma biografia que se propõe a desfazer algumas das noções falsas que cercam a vida deste "mito francês".
Sempre se diz que Piaf nasceu sob um poste de luz, em uma rua do bairro de Belleville, em Paris. Mas isso não é verdade, de acordo com o livro "Piaf, um Mito Francês", publicado pela editora Fayard.
A cantora de voz fenomenal nasceu em 19 de dezembro de 1915, no hospital Tenon, localizado no 20º distrito de Paris, informa a biografia, escrita por Robert Belleret, jornalista do "Le Monde", que fez uma investigação minuciosa.
Belleret se baseou principalmente em uma centena de cartas enviadas por Piaf a seu confidente, Jacques Bourgeat, que até agora não haviam sido publicadas.
O autor também descobriu centenas de arquivos, o que permitiu que ele esclarecesse muitas das mentiras e meias-verdades em torno da vida turbulenta da diva, filha de um acrobata e uma cantora de rua.
"Por que se enfeitou, se exagerou ou se inventou tanto sobre Piaf?", pergunta-se Belleret no prefácio de seu livro, de 700 páginas, que investiga o nascimento, a infância e a vida amorosa da cantora, além de alguns episódios obscuros da trajetória de Piaf, como sua atitude durante a ocupação de Paris pelas tropas nazistas.
"Tratam-se de verdades e meias-verdades que foram transmitidas por seus parentes, mas que Piaf também ajudava a circular para alimentar o mito", destaca Belleret.
"Piaf mentia muito sobre sua vida, a começar pelo seu próprio nascimento", escreve Belleret, que também é o autor de uma excelente biografia do cantor Léo Ferré.

NAZISTAS

O livro refuta as alegações de Piaf de que ela deu documentos de identificação falsos para prisioneiros franceses, durante duas apresentações que ela dizia ter sido obrigada a fazer na Alemanha nazista.
"Piaf levou uma vida de extravagâncias durante a guerra", assinala o escritor, que também fez um relato detalhado dos amores desta "Don Juan feminina".
A cantora de voz marcante foi uma "sedutora insaciável, uma destruidora de lares que multiplicava suas conquistas, como Marcel Cerdan, Yves Montand, Georges Moustaki e Eddie Constantine", diz.
Apesar de não esconder seus lados obscuros (seus caprichos, seus vícios, sua mesquinhez), a biografia não compromete em nada o mito, destacando o talento imensurável da artista, sua vontade de trabalhar, sua energia, seu magnetismo no palco, seu carisma e sua tenacidade.
Belleret enfatiza também o extraordinário dom de Piaf para a escrita, o que a levou a compor cerca de 90 músicas, que correram o mundo, como "La Vie en Rose" ("A vida cor de rosa") e "Hymne à l'Amour ("O Hino ao Amor").
A artista e compositora lendária --cuja dimensão internacional foi consolidada pelo filme "Piaf" (2007), que garantiu um Oscar à sua intérprete, Marion Cotillard-- será relembrada em outubro na França e em Nova York, cidade-fetiche da artista, que lhe oferecerá um tributo.
Piaf, que morreu em 1963, aos 47 anos, depois de uma vida atormentada mas cheia de amor, paixão e homenagens, continua a ser a cantora mais amada na França.

JOHNNY MATHIS VIDA:

Nascido em Gilmer, Texas, no dia 30 de Setembro de 1935. Viveu boa parte da sua infância em São Francisco, Califórnia. Mathis começou a cantar publicamente na escola e em eventos da igreja, o pai rapidamente comprovou o talento do filho e providenciou escolas de canto. O pai de Mathis contratou um professor de voz quando ele tinha aproximadamente treze anos. Ele permanece um dos poucos cantores populares que receberam ajuda profissional para cantar e o treino incluiu ópera. Ele também era um talentoso atleta, ganhou quatro cartas atléticas na escola secundária e uma bolsa de estudos para atletas na Faculdade Estadual de São Francisco. Mathis também permaneceu boa parte da sua vida esportiva em São Francisco. Na própria faculdade ele quebrou o recorde mundial de salto alto do basquetebol (o registro mais alto foi de Bill Russell, saltando 1,96 metros). Na ocasião só quatro atletas Olímpicos tinham conseguido alcançar esta altura. Enquanto treinava para se tornar um professor, ele estava mostrando o seu talento a um concerto e assinou através dos Registros de Columbia.
A decisão mais difícil dele estava entre ir para as provas Olímpicas para as quais ele tinha sido convidado, ou manter um compromisso para fazer as primeiras gravações que foram definidas em 1956. Embora Mathis tenha optado pela carreira artística, ele nunca perdeu completamente o entusiasmo por jogos esportivos. Um golfista ávido que completou num mínimo de cinco buracos em uma chance também foi anfitrião de vários torneios em seu nome nos EUA e no Reino Unido.
Embora frequentemente descreva-se como um cantor romântico, sua discografia inclui um vasto número de estilos: jazz, pop tradicional, brasileiro e música espanhola, soul/R&B, soft rock, e Broadway/Tin e outros padrões. Ele desfrutou um pouco de visibilidade no cinema cedo, quando cantou um dos seus primeiros sucessos, "It's not for me to say", no filme Lizzie no qual também teve um papel suplente pequeno. Também é mundialmente conhecido por "A Time For Us", tema do filme "Romeu e Julieta" de Franco Zeffirelli, uma das mais conhecidas, clássica e famosa adptação para o cinema da obra literária de Willian Shakespeare, em 1968. Mathis também permanece altamente sinônimo da música natalina, depois de ter gravado seis álbuns de Natal. Ao todo, foram mais de 130 álbuns gravados e vendido mais de 200 milhões de cópias em todo o mundo. Ele tem a distinção de ter a permanência mais longa de qualquer artista de gravação no selo da Columbia Records, depois de ter estado com o rótulo de 1956 a 1963 e de 1968 até o presente. Ele é um dos poucos cantores cuja carreira atravessou seis décadas.
Algumas das canções de grande sucesso incluem "Evie", "My love for you", "Maria" (trilha sonora de West Side Story), "Chances are", "It´s not for me to say", "Wonderful! Wonderful!", "The twelfth of never", "Wild is the wind", "Mundo Divino", "Misty", "Pequeno", "A certain smile", "Gina", "What will my Mary say", "On a clear day (You can see forever)", "Eu estou na Casa ao Lado", "When a child is born", "Gone, Gone, Gone", "Too much, too little, too late" (com Deniece Williams), "Last time I felt like this" (com Jane Olivor), e "Friends in love" (com Dionne Warwick). Mathis teve muito mais sucesso como um artista de álbuns. Os álbuns dele alcançaram sucesso em parte devido à reputação dele como um acompanhamento para sexo. Alguns dos álbuns célebres dele incluem "Heavenly", "A time for us", "Faithfully", "Open Fire, Two Guitars", "Warm", "Swing Softly", "Johnny's Mood", e "I'll Buy You a Star".
Mathis continua apresentando-se e gravando regularmente. Seu mais recente álbum é "Let It Be Me - Johnny in Nashville", lançado em 2010.

A VIDA DE NEIL DIAMOND:

Neil Leslie Diamond nasceu numa família judaica, no Brooklyn, Nova Iorque, em 24 de janeiro de 1941. É um cantor e compositor, que compôs inúmeros hits nos anos 60, 70 e 80, e até hoje mantém uma multidão de fãs.
Estudou com Barbra Streisand na escola secundarista Abraham Lincoln e chegou a cantar com ela no coro da escola. Aprendeu a tocar guitarra após receber um presente no seu aniversário de dezesseis anos.
Diamond começou cedo sua carreira como compositor na Brill Building. Seu primeiro sucesso aconteceu em novembro de 1965, com a canção “Sunday and Me”, seguida de "I´m a Believer", "A Little Bit Me, A Little Bit You", "Look Out (Here Comes Tomorrow)" e "Love to Love", gravado e lançado por The Monkees. Em 1973, compôs a trilha sonora do filme "Fernão Capelo Gaivota". Freqüentemente Neil canta a história de sua vida, vivida essencialmente em Nova Iorque e Los Angeles.
Alguns de seus êxitos: Sweet Caroline, Crackli, Rosie, Song Sung Blue, You D´ont Bring Me Flowers, Play Me, Be, Sepember Morn, Love on the Rocks, Hello Again, America, Heartlight, entre outros. O primeiro casamento de Neil foi com sua professora, Jaye Posner, com quem teve duas filhas, Marjorie e Elyn. O segundo foi com Marcia, com quem teve mais dois filhos, Micha e Joshua. Neil e Marcia se divorciaram também.
Muitos de seus discos ganharam certificados de ouro e de platina. Recebeu diversos Grammys ao longo de sua carreira. Atuou no filme The Jazz Singer, com Sir Lawrence Olivier, em 1980 e em Savins Silverman como ele mesmo. Seu CD mais recente foi lançado em 2008, intitulado Home Before Dark.

ÁLBUNS:

1966 The Feel of Neil Diamond Bang Records
1967 Just For You Bang Records
1968 Neil Diamond's Greatest Hits Bang Records
1968 Velvet Gloves and Spit Uni Records (MCA Records)
1969 Brother Love's Traveling Salvation Show Uni Records (MCA Records)
1969 Touching You, Touching Me Uni Records (MCA Records)
1970 Gold Uni Records (MCA Records)
1970 Shilo Bang Records
1970 Tap Root Manuscript Uni Records (MCA Records)
1970 Do It! Bang Records
1971 Stones Uni Records (MCA Records)
1972 Moods Uni Records (MCA Records)
1972 Hot August Night MCA Records
1973 Double Gold Bang Records
1973 Rainbow MCA Records
1973 Jonathan Livingston Seagull Columbia Records
1974 His 12 Greatest Hits MCA Records
1974 Serenade Columbia Records
1976 Beautiful Noise Columbia Records
1976 And the Singer Sings His Song MCA Records
1977 Love at the Greek Columbia Records
1977 I'm Glad You're Here With Me Tonight Columbia Records
1978 You Don't Bring Me Flowers Columbia Records
1979 September Morn Columbia Records
1980 The Jazz Singer Capitol Records
1981 On the Way to the Sky Columbia Records
1981 Love Songs MCA Records
1982 12 Greatest Hits, Volume II Columbia Records
1982 Heartlight Columbia Records
1983 Classics: The Early Years Columbia Records
1984 Primitive Columbia Records
1986 Headed For the Future Columbia Records
1987 Hot August Night II Columbia Records
1988 The Best Years of Our Lives Columbia Records
1991 Lovescape Columbia Records
1992 The Greatest Hits: 1966-1992 Columbia Records
1992 Glory Road: 1968-1972 MCA Records
1992 The Christmas Album Columbia Records
1993 Up on the Roof: Songs From the Brill Building Columbia Records
1994 Live in America Columbia Records
1994 The Christmas Album - Volume II Columbia Records
1996 Tennessee Moon Columbia Records
1996 In My Lifetime Columbia Records
1998 The Movie Album: As Time Goes By Columbia Records
1999 The Best of The Movie Album Columbia Records
1999 The Neil Diamond Collection MCA Records
1999 20th Century Masters: The Millennium Collection MCA Records
2001 Three Chord Opera Columbia Records
2001 The Essential Neil Diamond Columbia Records
2002 Love Songs (different version) MCA Records
2002 Play Me: The Complete Uni Studio Recordings Plus! MCA Records
2003 Stages Columbia Records
2005 Neil Diamond Gold MCA Records
2005 12 Songs Columbia Records
2008 Home Before Dark ?

2009 Hot August night New Nork

2009 ACherrey Cherrey Christmas

2010 Dreams


MEAT LOAF - BAT OUT OF HELL:
 

Meat Loaf é o nome artístico de Michael Lee Aday (nascido com o nome de Marvin Lee Aday a 27 de Setembro de 1947, nos Estados Unidos da América). Michael é cantor e actor e lidera uma banda de música, também com o nome de Meat Loaf, onde é vocalista. É conhecido pelo seu álbum Bat out of hell e por muitas canções que fizeram parte de bandas sonoras de filmes.
O nome traduzido em português: "Bolo de Carne, prato típico nos EUA, feito com carne picada, queijo, tomate, cebola e especiarias")
.
Marvin Lee Aday nasceu em Dallas, Texas. O seu pai era um veterano da II Guerra Mundial, com problemas de alcoolismo e a sua mãe era cantora de gospel.
Segundo o cantor foi o seu próprio pai que lhe pôs a alcunha de meat loaf, devido à sua obesidade desde criança.
Em 1958 é diagnosticado à sua mãe cancer do pulmão. Em 1968, vai estudar para o colégio "Norte de Texas", morre a sua mãe, e afasta-se do seu pai, devido a mau relacionamento.


Ator

Trabalhou nas peças musicais "Rainbow in New York" e "More Than You Deserve", esta última escrita por Jim Steinman.
Participou na versão cinematográfica da peça musical The Rocky Horror Show, interpretando o papel de Eddie.
Fez o papel de Robert Paulsen no filme Clube da Luta.
Fez o pai de J.B no filme Tenacious D in: The Pick of Destiny.

Músico

Inicia a sua carreira musical aos 20 anos, em Los Angeles, com a banda "Meat Loaf Soul".
Após trabalhar um tempo como mecânico, é contratado para a ópera rock Hair, de estilo hippy, com a qual faz uma digressão pelos EUA.
Gravou um disco em Detroit, com uma cantora chamada Stoney, sendo os primeiros cantores de raça branca a gravar na Motown. Tiveram um êxito relativo.
Em 1971 decide associar-se ao compositor e pianista Jim Steinman. Dois anos mais tarde decidem ir a Los Angeles para apresentar o seu disco, mas este é recusado em todas as discográficas. Decidem financiar o disco pelos seus próprios meios.
Em 1976, num concerto em Woodstock (Nova Iorque), conhece a sua mulher, Leslie Edmond, que trabalhava como manager de Bob Dylan e Janis Joplin.
Após gravarem o disco Bat out of Hell, continuam sem conseguir apoio de nenhuma discográfica. Todd Rundgren, integrante do grupo Utopia, produz o disco.
Em 1977, a sua mulher fica grávida da sua filha Amanda.
Meat Loaf e Jim Steinman decidem fazer uma pausa, mas a discográfica não aceitou, porque queria lançar um segundo disco (Bad for Good). Segundo parece, Meat Loaf estava com uma infecção nas cordas vocais, e isto fê-lo abandonar o projecto, tendo o disco saído como um trabalho a solo de Steinman.
Em 1981 encontrava-se em graves dificuldades financeiras, e o seu trabalho como actor, assim como o seu disco Dead Ringer não tiveram o êxito esperado. O disco de Jim Steinman e o do próprio Meat Loaf competiam nas vendas e nas campanhas de marketing.
Em 1983 triunfa numa digressão pela Europa, mas os seus problemas financeiros agravam-se devido a petições judiciais, ficando na ruína. Apesar disso, consegue gravar Midnight At The Lost And Found, que passa sem pena nem glória, com o tema chamado Wolf At Your Door, que faz referência aos seus múltiplos problemas económicos.
Em 1984 muda para a Arista Records - que anteriormente havia recusado Bat Out Of Hell - para gravar Bad Attitude e Blind Before I Stop.
Consegue alcançar pouco êxito à custa de digressões constantes, até que em 1989 volta a associar-se a Steinman, editando Bat Out Of Hell II, que é lançado no mercado 1993, sendo número um em vendas em todo o mundo. O single I'd Do Anything For Love (But I Won't Do That) alcança os primeiros lugares nos tops e o videoclip dirigido por Michael Bay é emitido em todo o mundo.
Consegue reconhecimento internacional, sendo galardoado com um Grammy.
Após o rotundo êxito do segundo volume de Bat Out Of Hell, lança-se num novo projecto, que saíria em 1995 (Welcome To The Neighbourhood), mas não consegue alcançar o êxito esperado, retomando a faceta de actor, sem deixar de dar concertos. Duarante este período pôde-se vê-lo em "Loucos em Alabama" (com Antonio Banderas) ou em "O Clube da Luta" (de David Fincher).
Em 2003, lança um novo disco intitulado Couldn't Have Said It Better (Myself), que conclui com uma versão do clássico de Bob Dylan Forever Young.
Em 2006, volta a unir-se a Jim Steinman para criar a terceira parte da "saga". O disco saiu a 23 de Outubro desse ano, com o nome Bat Out Of Hell III: The Monster Is Loose.
 

EUA:

1971 "What You See Is What You Get" (dueto com Shaun Murphy) #71
1978 "Two Out of Three Ain't Bad" #11
1978 "Paradise by the Dashboard Light" #39
1979 "You Took The Words Right Out Of My Mouth" #39
1981 "I'm Gonna Love Her for Both of Us" #84
1993 "I'd Do Anything for Love (but I Won't Do That)" #1
1994 "Rock and Roll Dreams Come Through" #13
1994 "Objects in the Rear View Mirror May Appear Closer Than They Are" #38
1995 "I'd Lie for You (And That's the Truth)" #13
1996 "Not a Dry Eye in the House" #82

Reino Unido

1971 "What You See Is What You Get" (dueto com Shaun Murphy) #71
1978 "You Took the Words Right Out of My Mouth" #33
1978 "Two Out of Three Ain't Bad" #32
1979 "Bat Out of Hell" #15
1981 "Dead Ringer for Love" (dueto com Cher) #5
1983 "Midnight at the Lost and Found" #17
1984 "Modern Girl" #17
1986 "Rock 'N' Roll Mercenaries" (dueto com John Parr) #31
1993 "I'd Do Anything for Love (But I Won't Do That)" #1
1993 "Bat Out of Hell" (reedição) #8
1994 "Rock and Roll Dreams Come Through" #11
1994 "Objects in the Rear View Mirror May Appear Closer Than They Are" #26
1995 "I'd Lie for You (And That's the Truth)" #2
1996 "Not a Dry Eye in the House" #7
1996 "Runnin' for the Red Light (I Gotta Life)" #21
1999 "Is Nothing Sacred" (dueto com Patti Russo) #15
2003 "Couldn't Have Said It Better" #31
2003 "Man of Steel" #21
2006 "It's All Coming Back to Me Now" (dueto com Marion Raven) #6

Discografia
Álbuns de estúdio

1971 - Stoney & Meatloaf
1977 - Bat Out of Hell
1981 - Dead Ringer
1983 - Midnight at the lost and Found
1984 - Bad Attitude
1986 - Blind Before I Stop
1993 - Bat Out of Hell II: Back Into Hell
1995 - Welcome To The Neighborhood
2003 - Couldn't Have Said It Better
2006 - Bat Out of Hell III: The Monster is Loose

2010 - Hang cood Teddy Bear
2011 - Hell In A Handbasket
 

Compilações

1984 - Hits out of Hell
1998 - The Very Best of Meat Loaf
 

Ao vivo

1987 - Live at Wembley
1996 - Live Around the World
1999 - VH1 Storytellers
2004 - Bat Out of Hell: Live With The Melbourne Symphony

JULIO E SUAS NOVAS CANÇÕES:

A diferença sempre esteve no charme. Com 300 milhões de discos vendidos, Julio Iglesias, de 67 anos, não tem pudor em dizer: abusou da interpretação para disfarçar suas limitações técnicas. “Cantei mal 90% das minhas canções”, confessa.
Na era dos programas milagrosos capazes de salvar qualquer desafinado, o espanhol relança os maiores clássicos da carreira no CD Julio Iglesias volume 1. “Cantei de novo o que gravei mal. Há gente que tem o privilégio de poder repetir. Sou uma deles”, assume.
Julio escolheu sussurrar de novo em hits como Manuela, lançado originalmente no álbum A flor de piel, em 1975; Hey, de 1980; e Devaneios, de 1981. E até na releitura do clássico de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera, o tango El día que me quieras, registrado em 1996. Entre as 15 faixas do novo CD estão novas versões para Me esqueci de viver, Um canto à Galícia e, ainda, Eu nunca te esqueci (Always on my mind), que já bate ponto na trilha da novela O astro, exibida pela Rede Globo.
O repertório reforça – e recicla – a imagem do espanhol como ícone da canção romântica. Nascido em Madri, ele lançou o primeiro álbum em 1969. Há exatos 43 anos, em 17 de julho de 1968, ele se apresentou no Festival da Canção de Benidorm, na região de Alicante, na Espanha. Saiu de lá com contrato assinado com a gravadora. O sucesso foi instantâneo e, três anos depois, havia vendido 1 milhão de discos.
Julio Iglesias pode até não ter mais o vigor de antigamente – em números de vendas ou no palco –, mas continua galanteador e romântico. Ao longo da conversa, não economiza em adjetivos como “guapa”, “bonita”, “mi amor”. E brinca: “Tenho que voltar ao Brasil, porque deixei muitas namoradas aí”. O bom humor deixa claro como cantor vive hoje, talvez se levando bem menos a sério, ao lado da família. Ano passado, oficializou a união com Miranda Rijnsburger, depois de 20 anos vivendo juntos.
Dono do recorde de venda de discos em língua latina, com estrela na calçada da fama de Hollywood e homenagens que vão de medalhas recebidas do governo da China ao Grammy americano, ele se confessa confortável com a maturidade. “Antes, misturava demais cabeça e coração. Com o tempo, aprendi deixar a cabeça caminhar para um lado e o coração para outro”.

De olho na Espanha

Dividindo-se entre um paraíso ecológico em Punta Cana, na República Dominicana, e os Estados Unidos, Julio Iglesias não deixa de estar atento à sua Espanha natal, principalmente aos rumos da política. Está de acordo com o recente movimento de ocupação de ruas e praças, batizado 15-M, no qual jovens desempregados reivindicam mais atenção por parte do governo.
Experiente, Iglesias é ponderado. “Para pedir o que os jovens estão querendo, é preciso ter a iniciativa de competir. A vida é pura competição, ainda mais no mundo globalizado. Acho que muitos deles têm razão em reivindicar, mas há os que protestam de maneira cômoda”, critica.
Embora seja tratado como um rei da música romântica mundial, comodismo não passou pela trajetória do cantor. No caso dele, a competição foi com o próprio perfeccionismo. “Precisei aprender a competir comigo mesmo, caso contrário não poderia melhorar”, revela. Julio Iglesias lançou 79 discos e gravou em 20 idiomas, entre eles mandarim, da China, tagalo, das Filipinas, e bahasa, da Indonésia.
Saudades do Brasil “Mais importante do que dizer é como dizer”, afirma Julio Iglesias. Justamente esse “como”, com altas doses de sedução, encanta os românticos do planeta. Ele cantou pela primeira vez no Brasil em 1975. Por aqui, venceu o preconceito do brasileiro em relação a língua latina.
Presente no imaginário popular de nosso país e protagonista da trilha sonora de muitos casais, ele não acredita que idioma possa ser barreira e aposta na paixão como diferencial. “Há cantores locais e universais. A diferença está na paixão”, acredita.
Há muitos anos sem se apresentar por aqui, diz ter saudades dos brasileiros. E não poupa elogios: “O Brasil me emociona. A generosidade do Brasil me emociona, me dá a impressão de que ainda são bons, que o amor não tem idade por aí”, filosofa.
Se pelo mundo se apresentou com Frank Sinatra, Stevie Wonder, Charles Aznavour e Plácido Domingo, em terras tupiniquins já dividiu o palco com Roberto Carlos, Daniel, Simone e Zezé di Camargo & Luciano. “As duplas me encantam. Bruno e Marrone me fascinam. Eles têm muita força com o violão, com a voz, muita emoção”, elogia.
Mesmo que os shows brasileiros ainda não estejam oficialmente confirmados, Julio Iglesias conta que em outubro estará por aqui. Desta vez, como é desejo dele, para fazer algo bem popular. “Quero cantar no Brasil inteiro, do Sul ao Amazonas”, adianta.
 

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